Vamos escrever uma coisa bem poética?
Então vamos falar de cueca?
Cueca pr'aqui, cueca pra lá
cueca pra todo lugar.
Cueca no chão do porão
me lembra a escuridão
Cueca no varal
me lembra o seu Amaral
Cueca também me lembra o...
Cueca, cueca, eureca
Cueca paixão, cueca tesão
cueca no meu coração!
Cueca verde, cueca branca
são símbolos da esperança
Cuecas em cima ou
em baixo da cama
cuecas de quem ama.
Tira essa cueca e jogue-a em mim
Sou sua mulher e só sei dizer que sim
gosto desse gosto e de quando faz assim
faz-me desvairar e gritar até o fim!
Coloque-a em minha boca
quero mastigá-la em ti
Quero sentir o gosto marfim
ruídos que saem de uma louca
Vai, me descabela!
Quero ver-te eternamente sem ela
Teu corpo nu sob a luz que vem da janela
Animal selvagem, batendo em minha portela
Mas por favor, não vista a laranja
Essa cor desestimula a minha canja
Vem sem nada, e coloque em mim
a tua tanga.
quinta-feira, 13 de maio de 2010
sábado, 8 de maio de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Pombinhos Atlânticos
Enfrentamos tempestades e dias escaldantes
Até fundear nosso navio em alto mar...
Pombinhos aventureiros e errantes
A paixão dilatante nos fez navegar
Depois de tantos mares descobertos
Quem somos? Aindas somos...
Pombos; estagnados em mar aberto
O encanto nos levou facilmente
Agora osciosos não sabemos voltar...
Ondas de incertezas nos faz ardentes
Em meio tantas águas estamos a queimar
Nossa nau periga naufragar
Até nos damos conta...
Mas não tetamos evitar
Para o morte a bússola aponta
Imaturamente continuamos atlânticos
Hipocrisia negar q'as águas ao léu
Nos uniu como notas de cânticos
insistindo numa sinfonia à deriva do céu.
(Bruna Lopes)
Até fundear nosso navio em alto mar...
Pombinhos aventureiros e errantes
A paixão dilatante nos fez navegar
Depois de tantos mares descobertos
Quem somos? Aindas somos...
Pombos; estagnados em mar aberto
O encanto nos levou facilmente
Agora osciosos não sabemos voltar...
Ondas de incertezas nos faz ardentes
Em meio tantas águas estamos a queimar
Nossa nau periga naufragar
Até nos damos conta...
Mas não tetamos evitar
Para o morte a bússola aponta
Imaturamente continuamos atlânticos
Hipocrisia negar q'as águas ao léu
Nos uniu como notas de cânticos
insistindo numa sinfonia à deriva do céu.
(Bruna Lopes)
Cifras de La Carolina (Mi Sol)
Sua voz é como música
Passeando do Mi ao Ré
Seu riso em Ri bemól
Carol, Mi Sol
Ao som agudo
Faz vibrar a adrenalina
O seu corpo violão, Carolina
Nas longas cordas de sol
Faz meu corpo sustenido
Cordas soltas em Mi Carol
Um coral de vozes
De bata coral
Um coro cantando
A canção de Caetano
Carolina
Em tom de Mi e Si
De La minha Heroína
Soprano contraste sem Dó
Passeando do Mi ao Ré
Seu riso em Ri bemól
Carol, Mi Sol
Ao som agudo
Faz vibrar a adrenalina
O seu corpo violão, Carolina
Nas longas cordas de sol
Faz meu corpo sustenido
Cordas soltas em Mi Carol
Um coral de vozes
De bata coral
Um coro cantando
A canção de Caetano
Carolina
Em tom de Mi e Si
De La minha Heroína
Soprano contraste sem Dó
Lucineide Meu Deleite
Essa mulher da cor do Brasil
De um bronze quente
Marrom arrepiu
Tão alta como a cana
Seu corpo de cigana
que encanta e engana
O homem seduzido
Por seus traços nas mãos do destino
Lucineide eu ei de ter-te
Comigo dona do meu umbigo
lambuzado por seu leite
Ah Lucineide, por seus traços
Nas mãos do destino
Me deleito
Me dê leite, Lucineide
Eu ei de ter-te, meu deleite
De um bronze quente
Marrom arrepiu
Tão alta como a cana
Seu corpo de cigana
que encanta e engana
O homem seduzido
Por seus traços nas mãos do destino
Lucineide eu ei de ter-te
Comigo dona do meu umbigo
lambuzado por seu leite
Ah Lucineide, por seus traços
Nas mãos do destino
Me deleito
Me dê leite, Lucineide
Eu ei de ter-te, meu deleite
terça-feira, 9 de março de 2010
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